#TOJOGANDO: Assassin's Creed Rogue



 Sempre quis ter um espaço destes para falar sobre os jogos que estou jogando atualmente, não que alguém vai dar bola pra isso e comprar um jogo em base da minha opinião, sempre escrevo para mim, e a melhor maneira de transpor minha opinião sobre um jogo que estou jogando é postando sobre ele aqui, costumo raramente fazer isso no meu alvanista também mas enfim, aqui precisa de conteúdo então bora falar do game que eu to jogando.
 Assassin's Creed Rogue saiu nessa terça-feira (dia 11 de novembro de 2014), trata-se de um jogo exclusivo para Xbox 360 e Playstation 3, enquanto o Assassin's Creed Unity que saiu no mesmo dia é exclusivo pra geração atual.

 Particularmente achei um erro da Ubisoft lançar 2 jogos no mesmo dia, todo o brilho e glamour se voltou para o Unity, enquanto o Rogue aparentou ser apenas um filho bastardo, um jogo para suprir os gamers que ainda não compraram um console de nova geração (como eu), seguindo o mesmo estilo do seu antecessor (Assassin's Creed IV: Black Flag).

 No começo do game e por tudo que pesquisei parecia sim ser apenas uma copia de Black Flag, o que julguei ser um erro da Ubisoft foi no entanto um grande agrado para mim, como a atenção está voltada para Unity eu não recebi muitos spoilers do Rogue, e a proposta chegou a me surpreender muito.

 No game nos controlamos um novo assassino, Shay Cormac (não sei porque mas este nome me lembra Shaun, o carneiro).

Shaun, o carneiro

 Shay é um jovem recém ingressado na ordem dos assassinos, o game a principio não mostrada nada de inovador, assassinos matando templários, batalhas navais, muito Black Flag, blá blá blá, quando estou numa boa jogando e.... BANG! Shay trai a ordem dos assassinos!

 Algo inovador para a serie, ao invés de jogarmos com um assassino neste game vamos controlar um membro da ordem dos templários, uma grande reviravolta no enredo que me chamou bastante a atenção, conseguiu prender minha atenção e agora vou querer ver o desembolar da história até o final.


Shay vestido como assassino e como templário.

 O game se passa entre o Assassin's Creed 4 Black Flag e o Assassin's Creed 3, constantemente Connor o protagonista do terceiro game é citado assim como somos agraciados com aparições de Adéwalé já bem velhinho (esteve presente no 4 como braço direito de Edward Kenway e protagonista em uma DLC).

 Os gráficos são pouco inovadores comparados ao Unity, mas é algo já esperado por se tratar de um game de geração passada, poucas inovações no gameplay também, o que me chamou a atenção foi o enredo e estou bem curioso para chegar ao fim, até o presente momento estou curtindo o game.