#TOJOGANDO: Call of Duty Ghosts


 Apesar de não ser o maior fã do mundo de jogos de tiro as vezes me pego na vontade de matar alguns carinhas com metralhadoras e facadas, por recomendação do meu primo peguei para começar a jogar a campanha de Call of Duty: Ghosts, jogo produzido pela Infinity Ward (produziu diversos jogos de COD) e distribuído pela empresa que só não é mais antiga que o Silvio Santos, Activision.


 Este deve ser o segundo jogo de COD que eu realmente pego para jogar (cheguei a testar o Advanced Warfare mas foi muito rápido mesmo), o primeiro que joguei foi o Call of Duty 3 e detestei o jogo, como disse não sou o maior fã de jogos de tiro e se o tema é segunda guerra mundial, eu não aguento jogar, um tema que foi absurdamente saturado durante a era de 32 a 128 bits.

Hesh e Elias Walker

 No ano de 2013 uma estação espacial é invadida por terroristas, esta estação espacial tinha o controle de uma poderosa arma poderosa chamada ODIN (Orbital Defense INitiative), ao disparar a arma o Oriente Médio é totalmente dizimado, junto com boa parte da America do Norte e o resto do planeta, o Estados Unidos deixa de ser a grande potencia no mundo e dez anos após o atentado surge "A Federação", organizada pelos países da America do Sul, esta poderosa potencia ataca a America Central iniciando uma nova guerra por poder.

 Os Estados Unidos ainda tinham um Ás na manga, uma equipe de combate altamente mortal chamada de Ghosts, suas identidades eram secretas e eles usavam mascaras de caveira para esconder seus rostos, esta equipe agia nas sombras e eram designadas para missões praticamente impossíveis.

 No jogo controlamos Logan, um militar altamente capacitado e treinado por seu pai Elias Walker e sempre acompanhado de seu irmão David "Hesh" Walker e o cão da família Riley (a família é tão Badass que até o cão é militar).

 No decorrer do jogo descobrimos que Elias Walker é o atual líder dos Ghosts, assim Logan e Hesh também se tornam parte do esquadrão, no entanto há uma grande ameaça eminente, Rorke ex-líder dos Ghosts que precisou ser abandonado em uma missão e havia desaparecido retornou só que desta vez trabalhando para A Federação e ele tem como objetivo matar todos os Ghosts.

Gráficos Belíssimos

 No jogo temos missões em campo de batalha, no espaço, em cidades desmoronando, missões de steath, o game varia bastante na campanha e é acompanhado sempre de belos gráficos, a  historia pode ser bem clichê e previsível, eu mesmo já sabia desde o começo que Elias era um Ghost e que Rorke era um desertor, mesmo antes de eles mostrarem isso, a história é muito previsível mas não deixa de ser muito legal.

 As missões são muitas vezes cheias de cenas em slow motion e muito mentirosas, isso é legal demais! A campanha é claramente inspirada em filmes de ação, guerra e espionagem, para quem curte o gênero pode se divertir bastante com COD: Ghosts.

As cenas espaciais são fantásticas!

 Minha maior crítica vai por conta da dublagem do jogo para o português, as vozes muitas vezes não combinam nem um pouco com os personagens e o que é pior, não demonstram nenhum tipo de emoção, pode ser em uma cena dramática, uma batalha épica, um momento feliz, parece que o tom das vozes é sempre o mesmo, cortando muito o clima e a imersão que o game propõe.

 Infelizmente a campanha é bem curta mas não deixa de ser muito legal, o game em seu lançamento deve um dos maiores records de vendas (cerca de 100 milhões de cópias vendidas nas primeiras 24 horas de lançamento do jogo), para quem tiver interesse no game ele está disponível para Xbox 360, Xbox One, Playstation 3, Playstation 4, Nintendo Wii U e PCs.