Superman: Brainiac (Crítica)

 Geoff Johns é um dos roteiristas de quadrinhos que mais entende sobre a DC, sua fase trabalhando com o Superman foi uma das mais brilhantes do personagem e Superman: Brainiac é sem sombra de dúvidas um quadrinho essencial para os fãs do homem de aço, tudo composto com a brilhante arte de Gary Frank.





 A dupla Johns e Frank também já trabalharam em Superman: Origem Secreta, tanto a aparência quanto a personalidade do Clark Kent são uma clara homenagem ao falecido Christopher Reeve, como havia mencionado na postagem sobre os melhores quadrinhos do Superman.

 No quadrinho é estabelecido que apesar das incontáveis batalhas Superman nunca esteve cara a cara com Brainiac, sendo seus confrontos com androides ou clones genéticos do alienígena do planeta Colu.

 Brainiac está vindo ao planeta terra, para continuar sua conturbada coleção de civilizações, Superman precisa parar o coluano e ajudar sua prima Kara que se sente aterrorizada pela presença do vilão.


 Além do confronto com Brainiac o quadrinho se foca bastante no Planeta Diário e na relação de Clark Kent com seus pais, o desenvolvimento da trama é brilhante e o final do quadrinho é de encher os olhos, mais um título brilhante do Geoff Johns.

 Recomendo fortemente após lerem esse quadrinho procurarem a animação Superman: Sem Limites lançado em 2013, a animação é totalmente inspirada no quadrinho com leves alterações, apesar do traço estilizado a animação ficou muito bem feita e é uma das melhores lançadas pela DC.

 Superman: Brainiac pode ser adquirido pela edição capa dura da Panini com um acabamento belíssimo ou pela coleção de Graphic Novels da DC, sendo que a primeira opção sai bem mais em conta caso não queira colecionar todos os títulos da Eaglemoss.