O Jogo da Imitação (Crítica)

 O Jogo da Imitação (The Imitation Game) foi um dos filmes mais impressionantes que assisti nos últimos tempos, digno de todos os elogios e indicações ao Oscar que o filme recebeu, bem, vamos a crítica.


 O filme conta com a direção de Morten Tyldum, os roteiros de Graham Moore, no elenco temos Benedict Cumberbatch (Sherlock; Doutor Estranho) interpretando o matemático Alan Turing e Keira Knightley no papel de Joan Clarke.

 O Jogo da Imitação trata-se de um filme biográfico, se ambientando durante a segunda guerra mundial.

 Durante toda a guerra os nazistas utilizavam uma maquina chamada Enigma para passar códigos criptografados para suas tropas, Alan Turing e outras grandes mentem começam a trabalhar em um projeto secreto do serviço britânico para desvendarem os códigos do Enigma e obterem informações das tropas adversárias.

 Devido a complexidade do Enigma, Alan Turing decide criar uma máquina capaz de decifrar outra máquina, a contribuição de Alan Turing foi tão grande que estimasse que seu projeto poupou dois anos de guerra, salvando milhões de vidas, sua máquina também é considerada o pai dos computadores.


 O filme também aborta a homossexualidade do matemático Alan Turing, que durante aquele período, era considerado crime de depravação na Inglaterra. foi somente em 2013 que Turing recebeu um perdão póstumo devido as acusações que recebeu durante os últimos anos de sua vida.

 O Jogo da Imitação recebeu diversas indicações ao Oscar e conquistou o premio de Melhor Roteiro Adaptado, desbancando filmes como A Teoria de Tudo (em breve farei uma crítica deste filme).

 O filme consegue trazer um enredo bonito e muito dramático, a fotografia é fantástica, Benedict Cumberbatch mostra mais uma vez porque é o maior ator britânico da atualidade.

 Muitos acontecimentos históricos foram adaptados e romantizados mas no fim, o filme conseguiu cumprir seu papel, conseguiu ser um filme emocionante, bonito e com certeza será lembrado por muitos anos.